Passageiros que morram no entorno de Brasília e trabalham no Distrito federal encontram dificuldades para chegarem ao trabalho, principalmente os moradores das cidades de Luziânia, Ocidental, Valparaíso e cidades vizinhas.O problema seria devido ao congestionamento que já toma conta da BR- 040, que faz ligação das cidades ao Distrito Federal.
Segundo o diretor da Diretoria de Administração Geral (DAG),Gildo Martins, o engarrafamento seria decorrente do fluxo de caminhões cargueiros que param no posto fiscal para receberem vistoria, o Posto teria sido construído próximo a um viaduto que faz ligação da cidade de Santa Maria e também entorno ao Plano Piloto, seguindo o mesmo percurso.Em entrevista Gildo nos esclarece que existem projetos para que o trânsito no local melhore, mas ainda são apenas projetos a serem estudados, sem previsões para divulgação, o fator principal seria que, o próximo governador se dispusesse a resolver o problema da população, mas que só acontecerá depois das eleições de 2010, enquanto isso não acontecer à população continua pagando tarifa de transporte cara, que vai de R$ 2,70 à R$ 4.50 com o mínimo de conforto e ônibus lotado e trânsito corrente.
por Patrícia Lopes, Elaine Miranda, Dayane de Almeida e Elaine.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Trânsito Caótico em Brasília.
O transito em Brasília tende a piorar ainda mais, pois o aumento de carros nas ruas cresce a cada dia e já pode ser comparado ao de São Paulo. O número de veículos já ultrapassa um milhão, o que provoca retenção em vários pontos da cidade. Estima-se que haja dois carros por família na capital da República.
Obras intermináveis e inacabadas atrapalham ainda mais a vida dos motoristas, o trânsito fica lento, quase parado.
Dirigir nas avenidas de Brasília já não é mais a mesma coisa. A cada hora, sete veículos entram em circulação em Brasília: 160 por dia e cinco mil, por mês. O que totaliza 60 mil por ano.
Nos horários de pico, quase todas as vias que dão acesso ao Plano Piloto ficam praticamente paradas. Na BR-040 pontos de retenção. Na BR-020 e BR-060, trânsito lento. A situação complica muito, na EPTG, EPGU, Estrutural e Epia - a recordista em movimento: 160 mil veículos por dia.
As obras que são realizadas pelo governo para amenizar o caos, só atrapalha mais a vida de quem precisa das BRs de Brasília. A Obra da EPTG por exemplo, já dura mais de três anos e dificulta muito a vida de quem precisa passar por ela. Motoristas chegam a ficar mais de uma hora parados na via.
O motorista Vinícius Silveira reclama da falta de organização por parte do governo e afirma ainda que, está cada dia mais complicado dirigir em Brasília, “sem falar nas vagas para estacionar isso já deixou de existir ha muito tempo é necessário inventar vagas, e com isso, acabo tomando multas”, disse.
Brasília precisa de menos carros e mais vias para facilitar a vida dos usuários, um bom sistema de transporte público seria uma ótima opção para desafogar o trânsito.
Mais de 70% dos empregos do Distrito Federal se concentram no Plano Piloto, só que 80% da população mora fora dele. Como agravante, a malha metroviária alcança poucos bairros, a frota de ônibus é ineficiente e as ciclovias são desconexas. Brasília ostenta umas das mais altas porcentagens de habitantes por carro do país. São 1,1 milhão de automóveis para 2,6 milhões de pessoas. É necessário que o governo tome uma posição se não o Trânsito de Brasília vai parar.
Por Dayane Almeida, Patricia, Elaine e Elaine Miranda.
POLITICA NO CORPO E NA ALMA
Em condições normais, o homem quando nasce é fruto de uma relação negociada. Um deposita no outro toda a sua confiança e recebe em troca todos os cuidados e atenção necessária. O que era dois passa a ser um. È o espírito da política presente no ser humano desde o nascimento até a sua partida.
Segundo o dicionário Aurélio, política é a habilidade no trato das relações humanas. Depositamos em alguém o direito de decidir sobre o nosso futuro. É a política que permite o bom relacionamento das civilizações desde os primórdios de nossa existência. Não tem como evitarmos. É ela que dita às regras para que a sociedade funcione e não vire uma baderna. Ou pelo menos deveria. Está presente no nosso cotidiano, desde as leis que devemos cumprir como no preço dos produtos que devemos consumir.
Mesmo quando alguém diz não ter o mínimo interesse por política ele já está sendo político. Já está tomando partido em uma determinada circunstancia. Isso acontece principalmente com os jovens que consideram uma coisa chata e desinteressante e não se dão conta que o futuro depende daqueles que serão escolhidos para nos representar.
Um pequeno grupo conhece e estuda os poderes da política: são os nossos governantes. Esses quando chegam ao poder administram e trabalham para se manterem a frente das decisões. Enquanto os ignorantes e desinteressados; esses serão manipulados a fim de mantê-los alienados. È o que acontece com a grande massa mais humilde, obrigada a estudar em colégios onde se ensinam mal propositadamente, para que as pessoas sejam ignorantes e assim não percebam o que acontece ao seu redor. Em muitas vezes, aprendem coisas inúteis para o seu desenvolvimento e de sua comunidade. Assim é mais fácil que os poderosos cheguem ao poder. É mais fácil ganhar ou mesmo comprar um voto. Quanto mais ignorante e pobre, menor será o poder de argumentação. Mas, grande será a chance de ser manipulada.
No Brasil vivemos em um sistema capitalista onde o poder gira em torno de uma pequena parcela da população que também é detentora dos meios de produção. A grande massa serve de mão de obra barata usada para multiplicar os lucros dos patrões. O modelo anestesia a população e é perfeito para que o cidadão comum acredite que o seu futuro depende da sorte que lhe é dada pelo destino e que se continuar trabalhando poderá receber um aumento. Ou seja, receberá uma parte justa daquilo que produziu e será grato ao patrão que está lhe concedendo um aumento. Se não fica rico é porque não era pra ser.
A política reina em todos os segmentos da sociedade e poderá ser ferramenta importante para proporcionar o bem-estar dos cidadãos. Entretanto, fixará seu carimbo negativo se usada de forma irresponsável por aqueles que procuram satisfazer apenas seus caprichos e suas vontades largando a população à míngua. Povo que argumenta é povo que pensa. Povo que pensa é povo que escolhe melhor seus governantes. Porém, para que o povo pense será preciso investir na distribuição do conhecimento.
As eleições de 2010 estão se aproximando é o momento em que o futuro será decidido. Vote, só depois de argumentar bem e conhecer as propostas de quem vai lhe representar.
Matéria postada por kezya Rakkel, Mikahely Almeida, Luciana Brauna, Rômulo Loiola e Simone Oliveira.
Fonte da foto: www.vidadecamaleao.files.wordpress.com
Projeto Picasso não Pichava
Adolescentes fazem arte na madrugada
Com intuito de ressocializar jovens em situação de risco, o Programa Picasso Não Pichava foi lançado para atrair grupos de pichadores que atuavam no Distrito Federal.

Criado em 1999, por uma equipe formada por psicólogos, cientistas sociais, pedagogos e assistentes sociais, o trabalho preventivo é realizado através da educação e do desenvolvimento dos dotes artísticos dos adolescentes. O objetivo é dar oportunidades concretas de ressocialização aos jovens, redirecionando talentos e evitando que se envolvam com a criminalidade.
Apanhados por um ônibus em suas residências, os jovens são conduzidos por volta das 22h30 para o local do curso e às 2h da manhã retornam às suas casas, pois, segundo Carlos Vogado, coordenador geral do Programa, é nesse intervalo de tempo que costumam ocorrer os delitos.
"Embora eles estivessem envolvidos com pequenas infrações, a maioria dos jovens tinha um lado artístico ou algum envolvimento com a arte. O que faltava era potencializar esse lado e dar oportunidade para a profissionalização”, disse Vogado.
No Picasso não Pichava ninguém é obrigado a frequentar as aulas diariamente, embora sejam distribuídos lanches e cestas básicas para a famílias. O adolescente assume um só compromisso: não pichar.
Esse projeto já atendeu mais de 280 mil jovens em todo o DF, porém ainda existem muitos adolescentes que ainda não se conscientizaram que a pichação é um crime e, que eles podem fazer desse crime uma arte. Além disso, o Projeto Picasso não Pichava tem ainda diversas formas de expressão artística, como a dança, artes plásticas, música e a poesia, e conta com apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública.
Os núcleos em funcionamento têm sede nas cidades de Ceilândia, Varjão, Itapoã, Paranoá, Brazlândia e Sobradinho.
Veja mais:
Os núcleos em funcionamento têm sede nas cidades de Ceilândia, Varjão, Itapoã, Paranoá, Brazlândia e Sobradinho.
Veja mais:
Por: Allyson Leandro
Karina Chagas
Loraine Ferreira
Naiane Carvalho
Priscila Tayane
Nicole Lima
Karina Chagas
Loraine Ferreira
Naiane Carvalho
Priscila Tayane
Nicole Lima
Um Mestre à frente do seu tempo
Acervo da Cidade Eclética
No dia 23 de fevereiro de 2011, o fundador do Ecletismo e da Cidade Eclética, Yokaanam Oceano de Sá completaria 100 anos de vida, e discípulos e simpatizantes se organizam para mostrar os feitos desse homem que caminhou à frente do seu tempo.Yokaanam pregava às multidões advertindo que a Terra sofreria um grande aquecimento e que o Rio de Janeiro e cidades litorâneas ficariam submersas
Mestre Yokaanam faleceu em 21 de abril de 1985, na Cidade de Anápolis, Goiás, no mesmo dia que Tancredo Neves, em São Paulo, morreu.
Na década de 40 Yokaanam alertava a população de que o Rio de Janeiro, assim como as cidades litorâneas do Brasil e outras partes do mundo ficariam submersas. A Terra ficaria muito quente provocando o derretimento das calotas, o planeta sofreria abalos para ajustar seu eixo na vertical e que um novo planeta de nome Bóhan a partir de 1960 seria o novo sol do sistema.
Louco e visionário foram alguns dos apelidos que a mídia da época o batizaram em troca das previsões científicas que anunciara no Rio de Janeiro, antiga capital do país. A Sede-Matriz-Principal da Fraternidade Eclética Espiritualista Universal (FEEU) funcionava na Avenida Presidente Vargas 1733, próximo à estação Central do Brasil.
Segundo membro do Conselho Espiritual Administrativo da FEEU, Irmão Elpídio, Mestre Yokaanam, como ficou mais conhecido, era um grande orador, discursava sem precisar de preparação e ensinava aos seus discípulos, pregava às multidões, que Deus não é propriedade de nenhuma religião e que não existia religião superior à verdade. Ele conclamava os religiosos para ajudarem a promover aunificação das religiões.
No dia 1º de novembro 1956, Mestre Yokaanam liderando 300 famílias partiu do Rio de Janeiro em direção ao Planalto Central de Goiás. Homens, mulheres e crianças viajando de trem, ônibus e caminhão atravessaram Minas Gerais e chegaram no Campo Limpo às 14h20 do dia 4 de novembro e fundaram a Cidade Eclética. “Eu participei dessa saga, eu estava lá” confirma emocionado Irmão Elpídio.
Aula de astrofísica ministrada pelo Mestre Yokaanam nos idos de 1946.
Por Francisco de Assis, Hellen Costa, Anna Gabriella, André Falcão, Valéria Matos e Shirley Rodrigues
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Futebol feminino joga contra o preconceito
Meninas do futebol brasiliense lutam contra a falta de recursos financeiros e discriminação por parte da sociedade. Além da barreira financeira, as meninas sofrem preconceito de pessoas que afirmam que o esporte não é feito para o gênero feminino. O preconceito é demonstrado não apenas por parte da sociedade, mas também, pelas famílias das jogadoras que julgam faltar força e habilidade. A lateral esquerda da Associação Atlética Esportiva e Recreativa dos Cooperados do Distrito Federal (Ascoop) Jéssica Soares, 19, diz não ter sofrido preconceito direto, mas se revolta ao lembrar da reportagem onde o entrevistado afirma que não existem homossexuais no futebol masculino, mas que no feminino todas seriam.
Clubes femininos recebem apoio de comunidades e empresários para a realização dos campeonatos, mas não é suficiente para suprir as necessidades das jogadoras. Este ano, não houve a cobrança de taxa de inscrição e taxa de arbitragem, como acontecia nos anos anteriores, que eram cobrados R$ 150,00 por jogo pela presença da arbitragem. As equipes tiveram que se afiliar a Associação Brasiliense de Futebol Feminino (ABFF), que isentou a taxa de anuidade, cobrando apenas R$15,00 para a confecção de cada carteira.
A lateral esquerda da (Ascoop), Jessica Soares, falou que a paixão pelo esporte começou cedo, com pequenas disputas nas ruas e escolinhas. “Morei seis meses em Santa Catarina ganhando R$ 250 mensais. Comparado com o futebol masculino, o salário é ‘mixaria’, mas eu era das jogadoras que melhor recebia”. Convocada para jogar na seleção Brasileira Sub 17, Jéssica teve que abandonar as disputas logo cedo. Problemas musculares na perna obrigou a jogadora a voltar a Brasília e desistir do futebol de campo, retornando às quadras de futsal.
O presidente interino da Associação Brasiliense de Futebol Feminino (ABFF), Cláudio Solidade, afirma que a situação mudou bastante desde 1994 (quando se deu início aos jogos femininos no DF), “No inicio os clubes não contavam com nenhum tipo de patrocínio ou mesmo com apoio familiar”, afirma Solidade. Segundo ele, com a divulgação de campanhas e programas que incentivaram a prática de esportes, como por exemplo a bolsa atleta, cedida pelo Governo Federal, os jogos femininos começaram a contar com mais recursos.
ABFF é a única entidade que promove o campeonato feminino ininterruptamente. Composto por atletas com idades entre 14 e 16 anos, treze times disputam, todos os anos campeonatos dedicados a categoria. Este ano acontece a disputa do Troféu Jangadeiro, competição que faz parte do calendário esportivo da cidade, que reúne as melhores equipes de futsal feminino de Brasília e Entorno, tendo inicio dia 31 de julho. Troféu e medalhas para os três primeiros colocados.
Matéria postada por kezya Rakkel, Mikahely Almeida, Luciana Brauna, Rômulo Loiola e Simone Oliveira.
Fonte da foto: http://100porcentoceilandia.blogspot.com
Agora é lei
Lei das cadeirinhas para crianças entra em vigor e divide opiniões
O uso da cadeirinha em veículos para crianças de até sete anos e meio torna-se obrigatório a partir desta quarta-feira (01). O descumprimento da legislação que obriga o uso do equipamento será considerada infração gravíssima, com multa de R$191,54 e sete pontos na carteira de motorista. A lei busca garantir a segurança dessas crianças pois, de acordo com o Ministério da Saúde, 1,2 mil crianças morrem por ano vítimas de acidente de automóvel e outras 10 mil sofrem lesões irreversíveis. Nas lojas especializadas a procura pelas cadeirinhas é grande e entre os motoristas as opiniões se dividem.
Apesar da classificação etária que indica o uso do bebê conforto para os menores de um ano, da cadeira de segurança para as crianças com até quatro anos e do assento de elevação para os que têm entre quatro e sete anos e meio, especialistas afirmam que a procura também deve ser feita considerando o peso e a estatura da criança.
“Temos visto que muitos pais não estão bem orientados. Não adianta, por exemplo, querer comprar a cadeirinha para uma criança de três anos e meio mas que já é mais alta do que outros meninos da sua idade. Nesse caso, o ideal já é o assento elevado”, afirma Paula Amaral, gerente de uma loja que vende os equipamentos na avenida W3 Norte de Brasília.
Para o jornalista Lúcio Lambranho, pai de Leonardo - de um ano - é melhor gastar cerca de R$ 150 com o equipamento do que ter que pagar multa mais tarde por descumprir a lei, além de arriscar a segurança de seu filho. “Eu já tinha a cadeirinha e acredito que ela deve ser usada não só par cumprir uma lei, mas sim porque ela dá mais proteção a meu filho”, afirma.
No mercado de artigos infantis existem modelos de cadeirinhas que variam de R$150 a mais de R$ 1 mil. De um ano para cá, só cadeirinhas certificadas pelo Inmetro podem ser vendidas nas lojas. Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a utilização correta da cadeirinha reduz em 70% a possibilidade de morte de um bebê em acidente, isso porque o corpo das crianças é frágil e as cadeirinhas são projetadas para segurá-las nos pontos mais resistentes do organismo, de modo a causar o mínimo de ferimentos.
Reportagem:
Elayne Cristina,
Patrícia,
Dayane Almeida,
O uso da cadeirinha em veículos para crianças de até sete anos e meio torna-se obrigatório a partir desta quarta-feira (01). O descumprimento da legislação que obriga o uso do equipamento será considerada infração gravíssima, com multa de R$191,54 e sete pontos na carteira de motorista. A lei busca garantir a segurança dessas crianças pois, de acordo com o Ministério da Saúde, 1,2 mil crianças morrem por ano vítimas de acidente de automóvel e outras 10 mil sofrem lesões irreversíveis. Nas lojas especializadas a procura pelas cadeirinhas é grande e entre os motoristas as opiniões se dividem.
Apesar da classificação etária que indica o uso do bebê conforto para os menores de um ano, da cadeira de segurança para as crianças com até quatro anos e do assento de elevação para os que têm entre quatro e sete anos e meio, especialistas afirmam que a procura também deve ser feita considerando o peso e a estatura da criança. “Temos visto que muitos pais não estão bem orientados. Não adianta, por exemplo, querer comprar a cadeirinha para uma criança de três anos e meio mas que já é mais alta do que outros meninos da sua idade. Nesse caso, o ideal já é o assento elevado”, afirma Paula Amaral, gerente de uma loja que vende os equipamentos na avenida W3 Norte de Brasília.
Essa situação foi vivida pela dona de casa Márcia Soares há pouco mais de uma semana. O filho dela, Alan, completa quatro anos apenas em dezembro, mas já tem 1,10 m de altura e 17 quilos. Pela classificação por peso, o grupo 0 dos equipamentos é para crianças de 0 a 9 quilos; grupo I e II para crianças de 9 a 25 quilos; grupo II e III para crianças de 15 a 36 quilos.
“Na maioria das lojas que fui não haviam cadeirinhas e nem o assento elevado e nas que tinha não sabiam me dizer qual era o ideal para ele”, relata a dona de casa, que acabou optando pela primeira opção que acabará sendo substituída rapidamente, gerando um novo gasto.Essa é a queixa da maioria dos motoristas, inclusive de Márcia. Segundo ela, os lojistas estão aproveitando a exigência do cumprimento da lei para elevarem os preços dos equipamentos e por isso, muitos pais ainda não tiveram condições de atender a exigência.
“Na maioria das lojas que fui não haviam cadeirinhas e nem o assento elevado e nas que tinha não sabiam me dizer qual era o ideal para ele”, relata a dona de casa, que acabou optando pela primeira opção que acabará sendo substituída rapidamente, gerando um novo gasto.Essa é a queixa da maioria dos motoristas, inclusive de Márcia. Segundo ela, os lojistas estão aproveitando a exigência do cumprimento da lei para elevarem os preços dos equipamentos e por isso, muitos pais ainda não tiveram condições de atender a exigência.
Para o jornalista Lúcio Lambranho, pai de Leonardo - de um ano - é melhor gastar cerca de R$ 150 com o equipamento do que ter que pagar multa mais tarde por descumprir a lei, além de arriscar a segurança de seu filho. “Eu já tinha a cadeirinha e acredito que ela deve ser usada não só par cumprir uma lei, mas sim porque ela dá mais proteção a meu filho”, afirma.
No mercado de artigos infantis existem modelos de cadeirinhas que variam de R$150 a mais de R$ 1 mil. De um ano para cá, só cadeirinhas certificadas pelo Inmetro podem ser vendidas nas lojas. Segundo informações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a utilização correta da cadeirinha reduz em 70% a possibilidade de morte de um bebê em acidente, isso porque o corpo das crianças é frágil e as cadeirinhas são projetadas para segurá-las nos pontos mais resistentes do organismo, de modo a causar o mínimo de ferimentos.
Reportagem:
Elayne Cristina,
Patrícia,
Dayane Almeida,
Assinar:
Postagens (Atom)


